A inspiração não habita mais esse corpo, mas sempre que possivel vem me visitar
Às vezes eu simplesmente dou as cartas, às vezes começo embaralhar
Converso em nostalgia do tempo em que eramos juntos como a noite e o dia
Entendo as razões da inspiração ter me deixado, mas deixo elas de lado
Sempre finjo não entender e implorar pra que ela sempre venha me vê
Não choro mais quando ela se vai, mesmo quando do nada a ficha cai
No máximo grito em silêncio chamando-a de volta feito crente em oração
Pior que às vezes ela salta da minha mente e controla toda minha mão
Apenas sorrio pra ela em nostalgia e digo, hoje é nosso dia
terça-feira, 3 de março de 2015
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
MUSEU
Imagens amareladas de um mundo que eu nunca vivi
Idéias sugeridas por imagens coloridas por computação
Sei que é difícil prestar muita atenção
Mas também sei que a lembrança de alguém vive ali
Me dê a mão vamos entrar nesse museu
Apenas você e eu
Invadindo um novo velho mundo
Assistindo a arte de um passado profundo
Imagens recortadas de jornais impressos extintos
Fatos forjados por jornalistas que queriam mudança
Sei que nem toda balada é seguida por dança
Mas que o balanço nasce dos instintos
Aquele quadro que você não entendeu
Aquele jarro que não te atraiu
A história de um santo ateu
Em um filme que ninguém não assistiu
Me dê a mão vamos entrar nesse museu
Apenas você e eu
Saltando esse velho muro
Pra assistir o que forjou o futuro
Nesse museu
Você e eu
Nesse museu
Misturar o ser com o seu
Idéias sugeridas por imagens coloridas por computação
Sei que é difícil prestar muita atenção
Mas também sei que a lembrança de alguém vive ali
Me dê a mão vamos entrar nesse museu
Apenas você e eu
Invadindo um novo velho mundo
Assistindo a arte de um passado profundo
Imagens recortadas de jornais impressos extintos
Fatos forjados por jornalistas que queriam mudança
Sei que nem toda balada é seguida por dança
Mas que o balanço nasce dos instintos
Aquele quadro que você não entendeu
Aquele jarro que não te atraiu
A história de um santo ateu
Em um filme que ninguém não assistiu
Me dê a mão vamos entrar nesse museu
Apenas você e eu
Saltando esse velho muro
Pra assistir o que forjou o futuro
Nesse museu
Você e eu
Nesse museu
Misturar o ser com o seu
segunda-feira, 9 de junho de 2014
M'eu Juiz
Sera que eu posso falar?
Onde o mundo me deixa correr?
Nem tudo dá pra gritar
Eu queria apenas escolher
Porque o sol pode raiar?
Como deus parece não vê?
Nem tudo dá pra mostrar
Eu queria apenas viver
Sera que eu posso olhar?
Onde o mundo me deixa aparecer?
Tudo que eu quero mostrar
É o que me faz viver
Porque o sol pode matar?
Como deus parece se esconder?
Tudo que eu quero gritar
É o que resolvi escolher
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Ainda há energias pra recolocar em orbita esse planeta.
Onde o mundo me deixa correr?
Nem tudo dá pra gritar
Eu queria apenas escolher
Porque o sol pode raiar?
Como deus parece não vê?
Nem tudo dá pra mostrar
Eu queria apenas viver
Sera que eu posso olhar?
Onde o mundo me deixa aparecer?
Tudo que eu quero mostrar
É o que me faz viver
Porque o sol pode matar?
Como deus parece se esconder?
Tudo que eu quero gritar
É o que resolvi escolher
---------------------------------------
Ainda há energias pra recolocar em orbita esse planeta.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Ora ação... ora repouso
Lutar, correr, gritar
Tudo pra poder mostrar que tento
Fugir, parar, calar
Tudo pra poder sentir o vento
Ora ação... ora repouso
Oração feita por repouso
Cantar, poder, chorar
Nada pra fazer esquecer o tempo
Dizer, parar, sorrir
Nada pra fazer fugir o contratempo
Ora ação... ora repouso
Oração... hora do repouso
Seguir, pensar, fazer
Sempre pra poder ser mais atento
Andar, olhar, querer
Sempre pra poder sonhar o momento
Dormir, falar, ter
Nada pra fazer atrair sofrimento
Acordar, amar, viver (vê)
Nada pra fazer perder o sentimento
terça-feira, 26 de julho de 2011
O Atoa
Um alguém muito atoa me contou que a vida é boa
Carregava na cara um sorriso e cantava seu aviso
E eu quieto a escutar, o que esse Deus tinha a contar
Nasci na rua e não tenho condição pro pão
Morri na rua e não tenho condução pro pãoooo... de açucar
Que não adoça meu café da manhã, que já é vã
Por não ter o que comer e ainda lá de baixo vê
Até o cristo de braços abertos por não saber responder
Cresci na rua e joguei tudo pro ar, pra me salvar
Subtrai na rua e roubei tudo que desse pra roubar
Até o coração de uma linda mulher, que me quer
Tão bem que também a quero muito bem... de mais
Que é o me faz continuar tentar sobreviver mais
Morri na rua e sonhei com a tua chegada pra salvação
Revivi na rua e ouvi as batidas do teu coração
Morri na rua e não pude te alimentar, nem criar
A esperança de que tudo um dia pode melhorar
(Mas eu não acredito)
Você se foi e nem deu um adeus
Não perguntou porque eu era ateu
Não lamentou as coisas que perdeu
Como se não fosse um filho meu
Mas agora você me faz feliz
Já é dona do seu próprio nariz
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Nunca fui no Rio de Janeiro pessoalmente, mas no meu sonho parecia tão claro que nasceu isso ai...
¡Tchau Radar!
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